quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

César


Sentado à beira de um vulcão
Um rio de lava corre por mim
Meu corpo incendeia junto ao teu, eu
Realizo o melhor de meus sonhos

Dúvida, não passa de uma dúvida
Já não vejo o mesmo horizonte, enfim
O sol já não nasce para mim

Meu coração quase para
As tristezas acabaram
A confiança me abandonou

Onde está o que um dia esteve em minhas mãos?
Por que será que antes via e agora não?
O que fazer se o céu ainda é perto?
Como fazer pra lutar por aquilo que eu quero?

E o sol desenhado na calçada
Sorveu minhas últimas gotas de suor

Um sentimento
Não pode se reprimir assim
Aprenda a conviver com ele
E não se esqueça
Você sabe onde me achar

Sentado à beira de um vulcão...

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